Espanha vence a Australia no basquete masculino

Publicado  terça-feira, 31 de julho de 2012

Principal candidata a incomodar o "Dream Team" americano, a Espanha venceu sua segunda partida nos Jogos Olímpicos de Londres, nesta terça-feira, pelo grupo B, o mesmo do Brasil. Apesar da vitória sobre a Austrália por 82 a 70, os atuais bicampeões europeus levaram um tremendo susto quando o ala Rudy Fernandez tentou salvar uma bola e atropelou um fotógrafo da Reuters na beira da quadra.

No choque com Mike Segar, o ala do Denver Nuggets cortou a cabeça e precisou receber atendimento dentro de quadra. Apesar do susto, Rudy Fernandez anotou 17 pontos, seis rebotes e três assistências e foi um dos destaques do jogo, ao lado do pivô do Los Angeles Lakers Paul Gasol, cestinha com 20 pontos.

Na segunda colocação do grupo B com quatro pontos, a Espanha enfrenta a Rússia, líder da chave com a mesma pontuação, na próxima quinta-feira (2/8), às 7h15 (horário de Brasília). A russia venceu a China por 73 a 54

Brasil sofre, mas vence a Gra-Bretanha

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Se o basquete ensina que cada segundo é valioso, em solo olímpico qualquer fração de tempo tem peso de ouro. Se nem piscar é permitido, jogar dez minutos no lixo pode ser fatal. Sorte do Brasil que, em Londres, quase todas as lixeiras são recicláveis. Após fazer apenas quatro pontos num primeiro quarto digno de esquecer, a seleção masculina teve de ralar um bocado contra a Grã-Bretanha. Na meia hora restante de bola quicando, uma dose de sofrimento que não estava nos planos. Com o ginásio inteiro torcendo contra, foi duro buscar a reação. Mas ela veio. Com altos e baixos no placar, o time de Rubén Magnano soube controlar a partida no fim e arrancou a segunda vitória nas Olimpíadas: 67 a 62.

- O primeiro quarto foi muito fraco. Em toda a minha história na seleção brasileira, nucna aconteceu de fazermos só quatro pontos em um período. Mas isso não pode tirar a gente do sério. Sei que o público fica irritado, mas nós precisamos ter essa fortaleza mental. Foi um jogo atípico, ninguém estava com aquele pontinho a mais de confiança. Mas acontece, o importante é que vencemos - analisou o armador Marcelinho Huertas, que cometeu duas faltas no quarto inicial e deu lugar a Raulzinho, quando a produção do time caiu.

Ainda assim, Huertas foi um dos melhores brasileiros em quadra, com 13 pontos e oito assistências. Tiago Splitter foi o cestinha, com 21 pontos e seis rebotes. Os maiores pontuadores da Grã-Bretanha foram Pops Mensah-Bonsu e Nate Reinking, com 13, seguidos pelo astro Luol Deng, com 12. O Brasil perdeu a batalha dos rebotes por 41 a 36 e acertou apenas três dos 22 chutes de três que tentou. Ganhou, portanto, na defesa. Roubou dez bolas, contra apenas quatro dos britânicos, e conseguiu segurar o ataque adversário na reta final.

Invicto, o Brasil volta à quadra na quinta-feira, às 12h45m (de Brasília), para enfrentar a Rússia, que também ainda não perdeu em Londres. O grupo B tem ainda a invicta Espanha e a Austrália. Os quatro primeiros avançam para as quartas de final.

Brasil vence facil no Volei Masculino

Publicado  segunda-feira, 30 de julho de 2012

Mal dá para chamar de estreia. O primeiro jogo da seleção brasileira masculina de vôlei em Londres 2012 pareceu mais um treino. Diante da frágil equipe da Tunísia, os brasileiros aproveitaram para se acostumar à quadra da Arena de Vôlei. Deu também para o levantador Ricardinho fazer sua reestreia em Olimpíadas, e para o técnico Bernardinho dar ritmo de jogo para Giba. A vitória acabou vindo naturalmente: 3 sets a 0, parciais de 25/17, 25/21 e 25/18.


- Foi um bom treinamento para a equipe soltar e relaxar. Sentir a quadra, o ginásio, e o público brasileiro que está sempre presente. É maravilhoso você sentir ouvir essas vozes em português ali. Apesar de a Tunísia ser um pouco mais fraca, nossa equipe se portou muito bem no saque, no bloqueio - afirmou Ricardinho após a partida.

Com a vitória, o Brasil divide a liderança do Grupo B com a Rússia e os Estados Unidos, que derrotaram Alemanha e Sérvia, respectivamente. Os quatro primeiros da chave avançam para a próxima fase. O próximo adversário brasileiro é a seleção russa, na terça-feira, às 18h (de Brasília).

Bellucci joga muito bem novamente, porem perde para Tsonga

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Thomaz Bellucci fez outra grande partida nas Olimpíadas de Londres 2012, mas foi forçado a encerrar sua participação sem vencer. Diante da ingrata tarefa de estrear contra o número 6 do mundo, Jo-Wilfried Tsonga, o brasileiro ainda enfrentou o poderoso rival em um dia inspirado. Dominante nos saques e agressivo no fundo de quadra, o francês perdeu o primeiro set, mas se recuperou e triunfou por 6/7(5), 6/4 e 6/4.

O número 1 do Brasil e 40 do mundo já havia sido derrotado na chave de duplas no dia anterior. Ao lado de André Sá, Bellucci esteve perto de eliminar os irmãos Bob e Mike Bryan. Os americanos, contudo, foram impecáveis nos momentos importantes e saíram vitoriosos.

O primeiro set foi muito equilibrado, com os dois tenistas sacando bem e dominando os pontos na base do primeiro golpe. Tsonga confirmava os serviços com mais facilidade, mas não ameaçava o serviço do brasileiro. Quando Bellucci triunfou no 12º game e forçou o tie-break, havia vencido apenas um ponto no saque do adversário.

Tsonga saiu na frente no game de desempate, conquistando um mini-break quando subiu à rede e viu o brasileiro errar um backhand. Bellucci, porém, acertou uma linda passada para se recuperar e igualar o placar novamente. Atual número 40 do mundo, o paulista seguiu confirmando o saque até fazer 6/5 e chegar ao primeiro set point. Tsonga, então, errou uma esquerda e selou a parcial.

O primeiro break point do jogo só veio no quinto game do segundo set. Ao alcançar uma curtinha do brasileiro e matar o ponto, Tsonga obteve duas chances de quebra. Bellucci se salvou com um belo backhand paralelo e, depois, com um erro do rival. Tsonga, porém, acertaria uma excelente esquerda para chegar ao terceiro break point. O francês não bobeou outra vez. Uma potente direita quebrou o serviço do brasileiro e deixou o placar em 3/2. A quebra se provou crucial, e Tsonga manteve o serviço até fechar a parcial em 6/4. Em todo set, Bellucci venceu apenas quatro pontos de devolução - contra 13 vencidos por Tsonga.

A parcial decisiva começou melhor para o brasileiro, que finalmente teve chances de quebra. No segundo game, Tsonga precisou sair de 15/40, mas confirmou o saque depois de se salvar com um voleio vencedor e um erro do brasileiro. No sétimo game, foi a vez do francês de atacar. Após duas bolas indefensáveis e uma subida à rede ruim de Bellucci, o placar mostrou 0/40.

O brasileiro se salvou do primeiro break point, mas não do segundo. Tsonga atacou com uma boa direita na paralela e forçou um erro de Bellucci. Com a quebra, o francês fez 4/3, mas o paulista ainda teria uma chance de quebra no oitavo game. O número 6 do mundo, contudo, se salvou com um forte e indefensável saque. Pouco depois, fez 5/3.

Bellucci seguiu lutando e salvou três match points seguidos no nono game graças a uma sequência excelente. O francês, porém, não perdoou na sequência e deu números finais. Game, set, match, Tsonga: 6/7(5), 6/4 e 6/4.

Argentina vence bem a Lituania e Nigeria vence a Tunisia

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Campeã olímpica em Atenas 2004, a seleção argentina masculina de basquete mostrou muita força na sua estreia em Londres. No último jogo deste domingo, a equipe sul-americana contou com grandes atuações de Luis Scola, Manu Ginóbili e Carlos Delfino para conseguir uma vitória contundente sobre a Lituânia por 102 a 79.

Scola foi o cestinha da partida, com 32 pontos, enquanto Ginóbili conseguiu um duplo-duplo, com 21 pontos e 10 rebotes, além de seis assistências. Delfino, que acertou seis bolas de três, contribuiu com mais 20 pontos. Do lado lituano, Linas Kleiza marcou 20 pontos, e Jankunas fez 14.

A Argentina ficou em vantagem durante quase todo o primeiro quarto, mas sem conseguir se distanciar da Lituânia. Scola, com dez pontos, tentava comandar o time sul-americano, mas Kleiza, com nove, respondia pelo lado europeu. Com uma cesta do pivô Jonas Valaciunas, o período terminou com os argentinos na frente por apenas um ponto: 24 a 23.

Comandado pelas bolas de três de Carlos Delfino, a seleção argentina foi abrindo vantagem e chegou a 14 de diferença com 2m04s para o intervalo, justamente com uma cesta do ala-armador (48 a 34). Ele apareceu ainda mais uma vez, quando o relógio zerava, para fazer seu 12º ponto no quarto e deixar o placar 51 a 39 para a Argentina no fim do primeiro tempo.

Os argentinos voltaram com tudo para a segunda etapa e, com uma sequência de 12 a 4, abriram 20 pontos de vantagem na sexta bola de três que Delfino acertou no jogo (63 a 43). O máximo que a Lituânia conseguiu foi diminuir a diferença para 14, mas a Argentina voltou a se distanciar e entrou no último quarto vencendo por 78 a 61.

A vitória já estava praticamente garantida, mas Luis Scola seguiu sobrando. Foram mais nove pontos do ala-pivô, e a Argentina fez 24 a 18 no quarto período para garantir a vitória por 102 a 79.

Antes do jogo entre Brasil e Australia, as 5h, a Nigeria , que estreiava em jogos olimpicos, venceu a Tunisia por 60 a 56.

EUA vencem bem a Franca na estreia das olimpiadas

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Quase duas horas antes, no meio do jogo do Brasil, já tinha gente chegando para ver o show. Minutos antes de a bola subir, as arquibancadas da Arena de Basquete estavam praticamente tomadas, era difícil achar uma cadeira laranja vazia. Até jornalistas eram barrados na porta por falta de lugar na tribuna. Domingo foi dia de estreia dos astros da NBA nas Olimpíadas de Londres, exatas duas décadas depois de o Dream Team original encantar o mundo em Barcelona. O que se viu na quadra, no entanto, não foi exatamente o espetáculo que se esperava. Uma ponte aérea aqui, uma enterrada ali, mas soou como aquecimento. Placar? O esperado. Vitória tranquila dos americanos: 98 a 71.

Com a primeira-dama Michelle Obama na plateia, os americanos não chegaram a pisar fundo no acelerador, mas o ala Kevin Durant jogou para valer e foi o cestinha, com 22 pontos. Em seguida vieram Kevin Love (14) e Kobe Bryant (dez), que teve atuação discreta para tanta expectativa. Mais discretos ainda foram LeBron James e Carmelo Anthony, que marcaram apenas nove pontos cada. Tony Parker, armador do San Antonio Spurs, foi o cestinha francês com 12 pontos.

O próximo compromisso dos EUA é na segunda-feira, às 18h15m (de Brasília), contra a Tunísia. O grupo A tem ainda Argentina, Lituânia e Nigéria. Os franceses pegam os hermanos às 16h. O Brasil, que bateu a Austrália em uma estreia suada, encara a Grã-Bretanha às 12h15m de segunda pelo grupo B, que tem ainda China, Rússia e Espanha. Os quatro primeiros de cada chave avançam às quartas de final.

O primeiro quarto foi empolgante - mas só para a França. Com Tony Parker ciente da missão que tinha pela frente, os azuis deram trabalho aos astros. Durant jogava sério e conseguia pontuar, Chandler fazia seu trabalho sujo no garrafão como único pivô do elenco, mas o restante decepcionava. Tanto que LeBron saiu zerado da primeira parcial e Kobe, com apenas dois pontos. Numa cesta de três de Bokolo no estouro do cronômetro, a vantagem dos americanos caiu para apenas um: 22 a 21.

No segundo quarto, muita coisa mudou. O espetáculo não deu as caras, mas os EUA pressionaram a defesa, saíram mais rápido no contra-ataque, e aí ficou difícil para os rivais. Com uma sequência implacável de 11 a 0 para abrir o período, o time de Mike Krzyzewski garantiu o conforto necessário para o decorrer da partida. Show antes do intervalo? Um toco de Durant aqui, uma cravada de LeBron ali se pendurando no aro, pouco além disso. Mas os americanos foram para o vestiário vencendo por 52 a 36.

No terceiro quarto, com o placar confortável, resolveram dar ao público uma pequena amostra de talento e diversão. As pontes aéreas para Chandler e Carmelo levantaram a torcida, e a diferença já beirava os 20 pontos. Não demorou muito para beliscar os 30.

No último período, já em ritmo de treino, a torcida parecia cansada. Era a hora da trupe dos menos cotados: Kevin Love, James Harden, Andre Iguodala, Anthony Davis, todos tiveram suas chances de suar o uniforme. Harden ainda deu uma cravada fantástica no contra-ataque, e assim terminou o recital com jeitão de ensaio.

Brasil vence Australia, na volta aos jogos olimpicos de basquete

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Era preciso voltar a ser apenas mais um. Mais um time no bolo, mais um nome na lista, mais um ator no filme que todo mundo quer ver. Sem essa história toda de jejum, pressão, sonho, emoção, nervosismo, o peso de carregar um país inteiro nas costas após 16 anos fora da brincadeira. Para curtir a festa, era preciso se misturar aos convidados. E o convite tão desejado vinha com um canhotinho anexo: a exigência da vitória neste domingo. Feito. No primeiro jogo olímpico do basquete masculino brasileiro desde 1996, a seleção demorou um pouco para se despir da tensão e quase viu todo o esforço ruir no fim, mas conseguiu. Bateu a Austrália no sufoco por 75 a 71 e, em vez de se preocupar com a expectativa do retorno, já pode se concentrar no restante da caminhada. Na novíssima arena de Londres, que vista de fora parece um bolo confeitado, a primeira fatia teve sabor de alívio.


Não que a estreia tenha sido um mar de rosas. O início tenso mergulhou o jogo numa montanha-russa, e os altos e baixos deixaram apreensiva a torcida que se espalhava com camisas amarelas e bandeiras pelas arquibancadas. No fim, drama com a vantagem caindo para dois pontos a 30 segundos da última sirene, e alívio com o placar final. Ao contrário do elegante terno do Pré-Olímpico em Mar del Plata, quando vestiu terno preto, Rubén Magnano voltou de camisa polo verde a um terreno que conhece bem. Ouro em Atenas-2004 com a Argentina, o técnico gritou, reclamou, brigou, orientou, xingou - a receita de sempre, que na estreia acabou dando certo.

- O mais importante foi a compostura do time. Pensei que os australianos estavam jogando boliche, faziam strike toda hora. Nós simbolizamos uma nação, e quando arremessamos, estamos levando tudo isso nas costas - afirmou o pivô Nenê após a partida.
cestinha brasileiro foi Leandrinho, que cometeu dois erros no fim do jogo e quase complicou as coisas para a seleção, mas terminou com 16 pontos. Marcelinho Huertas foi o melhor em quadra, com 15 pontos e 11 assistências. Anderson Varejão contribuiu com 12 pontos, e o cestinha do jogo foi o australiano Patrick Mills, com 20.

O Brasil volta à quadra na terça-feira, às 12h45m, para enfrentar a Grã-Bretanha diante de um ginásio certamente lotado. O grupo B ainda tem Rússia, China e Espanha. No A, estão Estados Unidos, Argentina, França, Nigéria, Lituânia e Tunísia. Os quatro primeiros de cada chave avançam às quartas de final.

Brasil comeca bem, mas faz segundo tempo decepcionante e perde para a Franca

Publicado  sábado, 28 de julho de 2012

Os primeiros 20 minutos da jovem seleção feminina até foram animadores, mas um apagão nos últimos 10 jogou por terra a chance de o basquete brasileiro estrear com vitória nos Jogos Olímpicos de Londres. Depois de levar o jogo equilibrado até o intervalo, o Brasil parou de defender e não resistiu ao maior volume de jogo da França, que venceu por 73 a 58 (34 a 34), na estreia das duas seleções pelo Grupo B.


Com 23 pontos, cinco assistências e dois rebotes, a armadora francesa Celine Dumerc foi o grande nome da partida. Pelo lado do Brasil , os destaques foram Érika e Karla com 17 e 13 pontos, respectivamente, alem da armadora Adrianinha que tentou chamar a responsabilidade.


O Brasil comecou bem, Adrianinha tinha espaco para criar e distribuir bem as bolas para as alas e para as jogadoras de garrafao e estava com um bom aproveitamento nos arremessos, especialmente nos lances-livre. O selecionado brasileiro tinha tambem, uma defesa bem consistente e que estava conseguindo afastar o time frances do garrafao, ou seja, fazendo com que as francesas arremessassem sempre de longe e que as brasileiras ficassem com os rebotes, com isso o Brasil chegou a vencer a Franca por 7 pontos de diferenca.


Porem veio o intervalo e o time brasileiro nao voltou o mesmo, errando muitos arremessos,  cometendo muitas faltas e com muitas falhas defensivas, comecando a deixar a armadora Celine Dumerc livre, o que foi um errou brutal. A baixinha conseguiu puxar o jogo para si e levou a Franca a virada, ela teve um otimo aproveitamento nos arremessos e conseguiu encontrar suas companheiras livres muitas vezes. Com o bom momento frances, as brasileiras se desesperaram e comecaram a ir pro tudo ou nada e acabaram entregando o jogo , pois nem acertavam nada no ataque e nem na defesa. A Franca dominou o resto do jogo e conseguiu uma vitoria tranquila por 73 a 58.

No tenis, Brasil vence uma e perde uma pros EUA

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Quando a chave foi sorteada, Bruno Soares disse que precisaria de uma armadura para enfrentar os potentes saques de Andy Roddick e John Isner. Pois Soares e Marcelo Melo fizeram uma partida brilhante neste sábado e pararam as bombas dos rivais. Apesar de sofrerem oito aces, os brasileiros saíram na frente e não deram uma chance de quebra aos americanos. Por 6/2 e 6/4, a dupla mineira avançou para as oitavas final de duplas nas Olimpíadas de Londres 2012.


O set inicial foi um choque para os americanos. Soares e Melo venceram 50% dos pontos nos primeiros serviços dos adversários e quebraram os saques de Roddick e Isner. Em pouco tempo, o placar já mostrava 4/0 para o Brasil. Os mineiros, que fizeram só um ace na parcial (contra dois dos oponentes), mantiveram a liderança até fecharem em 6/2.
A segunda parcial foi mais parelha, mas Isner e Roddick seguiram sem chances de quebra. Melo e Soares, por sua vez, tiveram quatro break points. Perderam os três primeiros, mas aproveitaram um. Foi só o necessário. Com apenas um erro não forçado na parcial, os brasileiros controlaram a parcial até fecharem em 6/4.
Na segunda rodada, Soares e Melo vão enfrentar os vencedores do jogo entre os tchecos Radek Stepanek e Tomas Berdych e os italianos Daniele Bracciali e Andreas Seppi.

Bellucci e Sa x Irmaos Bryan

Por dois sets e meio, Thomaz Bellucci e André Sá jogaram de igual para igual com os irmãos Bob e Mike Bryan na primeira rodada do torneio olímpico. Os brasileiros estiveram perto da vitória, mas deixaram a zebra escapar no terceiro set. Um voleio fácil que Bellucci errou custou caro e deu aos americanos a chance de quebra decisiva. A dupla número 2 do mundo aproveitou a oportunidade e saiu de quadra com um triunfo sobre os brasileiros por 7/6(5), 6/7(5) e 6/3, em 2h16m de jogo.
Com o favoritismo confirmado neste sábado, em Wimbledon, Bob e Mike Bryan avançam às oitavas de final de duplas das Olimpíadas de Londres 2012. Principais cabeças de chave, eles enfrentarão na próxima fase os vencedores do jogo entre os alemães Christopher Kas e Philipp Petzschner e os russos Nikolay Davydenko e Mikhail Youzhny.
 primeiro set foi equilibrado, com as duas parcerias confirmando serviços sem sustos. A primeira chance de quebra só veio no 12º game, no saque de André Sá. Um bom voleio de Bellucci, no entanto, salvou o set point e manteve o Brasil no jogo. A decisão da parcial foi para o tie-break, e a parceria verde-amarela saiu na frente, conquistando um mini-break graças a uma linda paralela de Bellucci. Os brasileiros abriram 5/2, mas não mantiveram a frente. Com Bellucci sacando em 5/4, Mike Bryan acertou uma devolução vencedora. No ponto seguinte, André Sá errou um smash e cedeu outro set point aos rivais. Mike sacou bem, e Bob fechou o set com um smash.
O segundo set também foi parelho. Os irmãos Bryan não tiveram nenhuma chance de quebra em toda a parcial. Bellucci e Sá, por sua vez, tiveram dois break points, mas não converteram. No 12º game, duas excelentes devoluções de André Sá deram um set point ao Brasil. No saque de Mike, porém, Bellucci devolveu em cima de Bob, que matou o ponto com um voleio em cima de Sá. Pouco depois, os favoritos confirmaram o saque e forçaram o tie-break.
O game de desempate começou bem para Sá e Bellucci. Uma boa devolução do paulista deu o primeiro mini-break para o Brasil e, pouco depois, o placar já mostrava 3/0. Um ace de segundo saque de Sá colocou o placar em 4/1, e os brasileiros, desta vez, não deixariam a vantagem escapar. Sá, com uma belíssima devolução, fez 5/2, e um bom saque de Bellucci pouco depois deu três set points (6/3). Bob Bryan encaixou bons serviços e salvou os dois primeiros, mas André Sá sacou e fez um voleio difícil para matar o ponto e fechar o set em 7/6(5), forçando a disputa da terceira parcial.
O momento era favorável aos brasileiros, que conquistaram um break point logo no terceiro game - cortesia de um erro de Bob Bryan junto à rede. Bellucci, entretanto, arriscou a devolução na paralela e mandou para fora. Com um ace, Mike Bryan fechou o serviço em seguida.
No oitavo game, os americanos finalmente pressionaram o saque de André Sá, e Bellucci, que fazia uma excelente partida, vacilou. Com o placar em "iguais", o número 1 do Brasil errou um voleio fácil, cedendo um break point. Em seguida, Mike Bryan acertou uma bela direita vencedora e conquistou a quebra. Com o saque nas mãos de Bob, os americanos não perdoaram. Um ótimo serviço, que Sá devolveu para fora, deu números finais ao jogo.


Thiago Pereira e Prata e Phelps o quarto

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Ryan Lochte não tomou conhecimento. Não precisou nem olhar para o lado para ver se Michael Phelps estava por perto. Lá no cantinho, na raia 8, o campeão olímpico de Pequim-2008 parecia inofensivo enquanto seu rival disparava no centro da piscina. Nem mesmoThiago Pereira se assustou com o então bicho-papão das provas de medley. Saiu do quinto lugar na parcial do peito, assumiu o segundo e não deixou que ninguém roubasse a sua medalha de prata. Com o tempo de 4m08s86, o brasileiro chegou atrás apenas de Lochte (4m05s18), deixando o bronze para o japonês Kosuke Hagino (4m08s94).


Phelps? Parecia não acreditar no que via no placar. Aquele número 4 ao lado do nome, marcando 4m09s28 e cinco segundos acima de seu recorde mundial, não estava nos planos. Ainda mais para quem costuma dizer que os 400m medley funcionam como um termômetro. Se tudo sai bem nesta primeira prova, a competição costuma fluir. O sinal não foi bom. Desde Atenas-2004, ele não saía de uma disputa de mãos vazias, sem ouro. A última vez que havia perdido uma final olímpica foi nos Jogos gregos, quando terminou em terceiro nos 200m livre, sendo superado por Ian Thorpe e Pieter van den Hoogenband. Em Londres, o americano também busca um recorde. Será o maior medalhista da história dos Jogos se subir três vezes ao pódio, superando a ex-ginasta Larissa Latynina. Ele tem 16 na coleção, ela ganhou 18.  

Duplas brasieiras vencem no volei de praia

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Campeão olímpico em Pequim 2008, quando atuava ao lado de Emanuel, Ricardo estreou bem nos Jogos de Londres, ao lado de Pedro Cunha. Eles derrotaram neste sábado os norugueses Skarlund e Spinnangr por 2 sets a 0 (parciais de 21 /14 e 21/18). Os brasileiros, que estão no Grupo F nas Olimpíadas, voltam à quadra na próxima segunda-feira, para enfrentar os britânicos Garcia-Thompson e Grotowski, que neste sábado perderam para os canadenses Binstock e Reader por 2 a 0 (21/19 e 21/13).
O forte bloqueio de Ricardo ajudou a dupla brasileira a abrir vantagem logo no início do primeiro set - na partida inteira, os brasileiros fizeram oito pontos no fundamento. Com tranquilidade, a equipe jamais foi ameaçada na parcial e fechou em 21 a  14.
O segundo set foi mais equilibrado. Os noruegueses chegaram a ficar à frente no placar em 16 a 15, mas os brasileiros marcaram três pontos seguidos: 18 a 16. Na reta final, Ricardo e Pedro Cunha conseguiram virar as bolas e fecharam em 21 a 18.

Mais cedo Juliana e Larissa tambem venceram

Diante de adversárias que ofereciam pouquíssima resistência, Juliana e Larissa cumpriram com tranquilidade o papel de favoritas e estrearam com vitória nos Jogos de Londres. Elas derrotaram Rigobert e Li Yuk Lo, das Ilhas Maurício, por 2 sets a 0 (parciais de 21/5 e 21/10), em partida que durou apenas 30 minutos, neste sábado, na Arena de Vôlei de Praia. No próximo compromisso, segunda-feira, as brasileiras vão enfrentar as alemãs Holtwick e Semmler, às 11h30m (de Brasília), que também venceram na primeira rodada: 2 a 0 (21/16 e 21/18) sobre as tchecas Klapalova e Hajeckova.
A dupla das Ilhas Maurício ocupa apenas a 56ª posição no ranking mundial e nem treina diariamente. Rigobert mora na França, e Li Yuk Lo, no Canadá. Sem dificuldade alguma, as brasileiras, que lideram o ranking, impuseram sua superioridade desde o início e venceram tranquilamente.

No Sufoco, Futebol feminino vence a Nova Zelandia

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Ao contrário da estreia, quando goleou Camarões por 5 a 0, o Brasil sofreu para vencer a Nova Zelândia por 1 a 0 no torneio olímpico de futebol feminino. Diante de um rival retrancado e num dia não muito inspirado da craque Marta, a artilheira Cristiane salvou a Seleção com um gol de bastante oportunismo, aos 40 do segundo tempo.
Com o triunfo alcançado no Millennium Stadium, em Cardiff, no País de Gales, a equipe do técnico Jorge Barcellos garantiu a vaga antecipada às quartas de final por conta da vitória da Grã-Bretanha sobre Camarões (3 a 0) também neste sábado no outro jogo da segunda rodada do Grupo F.  Com seis pontos, ambas seleções não podem ser mais alcançadas por seus rivais, que não somaram ponto algum, na chave.
Na competição de Londres, os primeiros e segundos de cada grupo se classificam. Os dois melhores terceiros colocados também seguem para as quartas. As semifinais serão disputadas em 6 de agosto, enquanto a final está marcada para 9 de agosto no Estádio de Wembley, em Londres.
Na última rodada, terça-feira, o Brasil encara a justamente a Grã-Bretanha, no lendário Estádio de Wembley, em Londres, para saber quem fica em primeiro no grupo (atualmente, o time de Marta, Cristiane e companhia lidera por conta do saldo de gols). No mesmo dia, a Nova Zelândia enfrenta Camarões em Coventry.

Handebol feminino surpreende e vence a Croacia

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De longe, a torcida deve ter achado que era algo parecido com um pijaminha. De perto, as croatas viram que era algo bem mais "animal". Na estreia do handebol feminino nos Jogos de Londres, as meninas do Brasil foram à quadra da Caixa de Cobre com as mangas da camisa e o calção estilizados, reproduzindo animais da fauna verde-amarela em meio a estampas de onças e araras. Com a bola na mão, ficou claro que o sonho da medalha não é papo de torcedor otimista - e olha que o torcedor otimista da vez era o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, na primeira fila da arquibancada. A equipe cozinhou a Croácia e, num jogo parelho até o fim, arrancou a vitória suada por 24 a 23.



Com a goleira Chana salvando várias bolas e o ataque comandado por Alê, Deonise e Duda, o Brasil abriu com vitória a sua terceira participação olímpica, diante da estreante Croácia. A equipe nacional volta à quadra nesta segunda-feira, às 15h30m (de Brasília), para enfrentar Montenegro. O grupo A tem ainda Grã-Bretanha, Rússia e Angola. Os quatro primeiros de cada chave avançam às quartas de final das Olimpíadas.
- Eu achei o short diferente, inovador, nós gostamos sim. Está bem comportado, então estamos tranquilas. E deu sorte na estreia, né - comentou Alê, artilheira do Brasil no jogo com cinco gols, ao lado de Duda.
Aldo Rebelo não foi exatamente um torcedor pé quente. De agasalho verde, calça marrom e tênis branco, sentou-se na primeria fileira e vibrou muito no primeiro tempo, que o Brasil perdeu por 10 a 9. No segundo, foi embora para ver o ouro de Sarah Menezes no judô e não viu a virada, com direito a show da goleira Chana.
- Fico feliz por ter ajudado. As meninas estavam nervosas no início do jogo, e eu acabei participando um pouco mais. Treinamos muito nos últimos dias como fechar a partida, e o time conseguiu fazer isso com jogadoras que nem costumam atuar tanto. Mas handebol não é só o fim, é desde o primeiro minuto - afirmou a goleira de 33 anos.

No primeiro dia da Olimpiada, Judo brasileiro conquista ouro e bronze

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Felipe Kitadai abriu a porta para as medalhas brasileiras nas Olimpíadas de Londres. Aniversariante do dia, o judoca de 23 anos conquistou o bronze na categoria ligeiro (até 60kg) - o primeiro pódio do Brasil nos Jogos de 2012. Com muita emoção, o paulista derrotou o italiano Elio Verde apenas no golden score (morte súbita), com um yuko, para garantir um lugar no pódio em sua estreia olímpica.
Na luta que valeu a medalha, Felipe passou por um pequeno susto, ao trincar um dente que já havia quebrado durante um treino, no início de julho. Ao fim do combate, seu quimono estava manchado de sangue e molhado de lágrimas. De alegria, de orgulho, de uma emoção incontida.
Sarah Menezes e ouro 
A final foi a luta mais fácil. O difícil, mesmo, foi segurar a ansiedade antes das semifinais, quando, do cantinho da área da competição, viu a número 1 do mundo ser derrotada pela última campeã olímpica Alina Dumitru. Sarah Menezes disse que, naquele momento, sabia que suas chances de conquistar o ouro nos Jogos de Londres se multiplicavam. Sem Tomoku Fukumi no caminho, a brasileira derrotou na final a romena, ironicamente, algoz da sua algoz. E se tornou a primeira judoca do país a subir no topo do pódio.
- O mais difícil foi entrar na semifinal, vendo a japonesa "tomando" (risos). Foi difícil para controlar. Tinha que lutar e estava muito feliz porque sabia que contra a outra garota eu tinha possibilidades reais. A emoção veio tão grande que tive que me controlar e focar na luta - contou a campeã olímpica.
Sarah perdeu as quatro lutas que fez até hoje contra Fukumi. Diante de Dumitru, vitória nos últimos três dos cinco confrontos diretos. Mas, para chegar ao ouro em Londres, ainda teria de vencer a belga Charline Van Snick, pela outra semifinal. E foi aí, com a vaga na final, que ela chorou pela primeira e única vez no dia. Nem no pódio o choro voltou.
- Estava um negócio muito forte. Precisava botar para fora. A Rosi falava: "Calma, você não ganhou nada". Mas acabou que a final foi a luta mais fácil da competição, porque a emoção foi saindo luta por luta. Na última, foi como se eu estivesse treinando - disse Sarah, que venceu a atual campeã olímpica com um wazary e um yuko.

Inspirados no Dream Team, EUA bate Espanha na vespera das olimpiadas

Publicado  terça-feira, 24 de julho de 2012


Em 1992, Barcelona recebeu o melhor time de basquete de todos os tempos. Vinte anos depois, a seleção americana masculina de basquete já não é o Dream Team de Michael Jordan, Magic Johnson e Larry Bird, mas voltou a dar show na cidade catalã. No último amistoso antes do início das Olimpíadas de Londres, os Estados Unidos derrotaram a Espanha por 100 a 78 ,nesta terça-feira, no Palau Sant Jordi, na reedição da final dos Jogos de Pequim 2008, e confirmaram que chegarão à capital inglesa como favoritos ao título.
Antes da partida, o armador Juan Carlos Navarro recebeu homenagem por alcançar a marca de 200 jogos pela Espanha. Mesmo sem o ala-pivô Marc Gasol, poupado em razão de uma lesão no ombro, o time da casa começou bem o jogo e liderou o placar durante todo o primeiro quarto, assim como acontecera com a seleção brasileira contra os EUA no amistoso realizado no último dia 16, em Washington. Porém, a seleção americana acertou a marcação no segundo período, com grande atuação do ala Carmelo Anthony, que anotou 27 pontos no jogo, e assumiu o controle absoluto da partida, abrindo grande vantagem.
Comandada pelo pivô Serge Ibaka, que na NBA atua no Oklahoma City Thunder ao lado de Kevin Durant, Russell Westbrook e James Harden - que nesta terça estavam no time adversário -, a Espanha começou o jogo em grande estilo. Com forte jogo no garrafão, com Ibaka e Pau Gasol, um dos maiores ídolos do esporte espanhol, o time impôs dificuldades aos americanos e chegou a abrir sete pontos de vantagem: 20 a 13. Porém, a reação começou ainda no período inicial, que acabou 23 a 21 para os espanhóis.
À beira da quadra, o armador espanhol Ricky Rubio, que não disputará as Olimpíadas por causa de uma contusão no joelho esquerdo, enviava provocação pelo Twitter para Kevin Love, pivô reserva dos EUA, que é seu companheiro de equipe no Minnesota Timberwolves: "Está pronto para perder para a Espanha hoje?".
No segundo quarto, a defesa dos EUA conseguiu segurar o garrafão espanhol. Já no ataque, Carmelo Anthony assumiu as rédeas da partida e comandou a virada americana, que foi para o intervalo com oito pontos de vantagem: 48 a 40. Carmelo marcou 23 dos 48 pontos de sua equipe na primeira metade do jogo.
A partir do terceiro período, os dois treinadores começaram a aumentar o tempo de descanso de seus principais jogadores, já de olho nas Olimpíadas. Os Estados Unidos vão estrear em Londres no próximo domingo, às 10h30m (de Brasília), contra a França. A Espanha entra em quadra no mesmo dia, às 12h45m (de Brasília), para enfrentar a China.
O panorama da partida não se alterou, com vantagem cada vez maior dos americanos. No último quarto, os astros LeBron James e Kobe Bryant voltaram à quadra e ofereceram belas jogadas ao público de Barcelona, que há 20 anos aplaudiu alguns dos melhores jogadores da história da modalidade. Em 2012, o privilégio será dos londrinos.


EUA embalado pelos 20 anos da conquista do Dream Team

Publicado  sexta-feira, 20 de julho de 2012


O show dos Estados Unidos no amistoso contra a Grã-Bretanha, com a derrota dos donos da casa por 118 a 78, em partida disputada na Manchester Arena, foi uma pequena amostra do poderio da seleção americana rumo à medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Londres-2012, para repetir a conquista de Pequim-2008. Mas o armador Kobe Bryant, estrela do Los Angeles Lakers e um dos destaques do time que representa os EUA nos Jogos, faz questão de evitar o clima de “já ganhou”.

- Definitivamente, temos fraquezas que podem ser utilizadas contra nós. As outras equipes tentarão se aproveitar disso. Então, temos que fazer um bom trabalho defensivo - declarou o jogador, em entrevista à Federação Internacional de Basquete (FIBA).

A seleção americana já está em Barcelona, onde disputará os dois últimos amistosos antes da estreia em Londres-2012, no dia 29 de julho, contra a França. Neste domingo, a equipe do técnico Mike Krzyzewski enfrenta a Argentina, número 3 do ranking da FIBA e detentora do ouro em Atenas-2004, e na terça-feira é a vez da Espanha, número 2 do ranking.

As partidas serão disputadas no Palau Sant Jordi, palco da conquista do ‘Dream Team’ em Barcelona-92, quando o time que contava com nomes como Michael Jordan, Magic Johnson e Larry Bird fez uma das campanhas mais famosas dos Estados Unidos em Olimpíadas. Os jogadores americanos vão aproveitar os amistosos para aperfeiçoar a estratégia para os Jogos. O tom da campanha americana em Londres-2012 será a comemoração pelo 20º aniversário da conquista em Barcelona.

- A Espanha tem uma grande equipe. Estão juntos há muito tempo e têm uma química poderosa. Estamos ansiosos para jogar contra eles - definiu LeBron James, outro destaque da atual seleção americana.

Fab Melo vai bem na Summer League de Orlando

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Fab Melo teve sua melhor atuação na Summer League (Liga de Verão) de Orlando no último dia da semana, nesta sexta-feira. Na despedida do Boston Celtics da Flórida, o pivô brasileiro foi titular, ficou mais de 22 minutos em quadra e ajudou o time a derrotar o Orlando Magic por 94 a 73.

Esta foi a partida em que Melo ficou mais tempo em quadra. Foram 22m44s em que o brasileiro se destacou no rebotes. Foram 10 no total, quatro ofensivos e seis defensivos. O pivô acertou dois dos cinco arremessos que tentou e converteu um lance livre em dois arremessos para marcar cinco pontos. Ele roubou a bola duas vezes, cometeu um erro e duas faltas.

O cestinha da partida foi Dionte Christmas, dos Celtics, com 21 pontos. E’twaun Moore anotou mais 18 para o Boston. Do lado do Magic, Justin Harper marcou 16 pontos, e Charlie Westbrook fez 14.
Agora, o Boston Celtics viaja para Las Vegas para disputar cinco jogos em sete dias. Os adversários são o Atlanta Hawks, o Chicago Bulls, o Sacramento Kings, o Milwaukee Bucks e o Los Angeles Clippers.

Scott Machado estreia pelo Houston na Summer League

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Buscando uma vaga na NBA, o brasileiro Scott Machado fez sua estreia na Summer League (Liga de Verão) de Las Vegas nesta sexta-feira, pelo Houston Rockets. Apesar de ter começado na reserva, o armador ficou mais de 18 minutos em quadra e marcou dois pontos na vitória do time texano sobre o Toronto Raptors por 93 a 81.
- Boa vitória para nós. Obrigado a todos pelo apoio. Insatisfeito com minha performance, mas foi o meu primeiro jogo na NBA – escreveu Scott no Twitter.
Filho de brasileiros e nascido em Nova York, Scott jogou pelo Iona Gaels no basquete universitário americano e não foi selecionado no último draft, apesar de estar bem cotado. Na Summer League, optou por jogar com o Houston Rockets e, em seu primeiro jogo, ficou em quadra por 18m42s, acertando apenas um dos seis arremessos que tentou. Deu cinco assistências, pegou dois rebotes, roubou uma ola e cometeu quatro erros.
O destaque da partida foi o pivô lituano Donatas Motiejunas, dos Rockets, que marcou 25 pontos e pegou nove rebotes. Terrence Jones fez mais 17 pontos e pegou nove rebotes, e Chandler Parsons e Jeremy Lamb marcaram 16 pontos cada. Pelo Toronto, Terrence Ross anotou 21 pontos, Ed Davis fez 18, e Bobby Brown 15

conheca os novatos no sport

Publicado  quinta-feira, 19 de julho de 2012



A perda do Campeonato Pernambucano para o Santa Cruz caiu como uma bomba na Ilha do Retiro. Revoltados com o fracasso (o segundo em dois anos consecutivos), os torcedores do Sport exigiam uma reformulação geral no elenco. Pressionada, a diretoria rubro-negra tinha a convicção de que o grupo era extremamente limitado. No entanto, quando buscava algum reforço, esbarrava nas dificuldades do mercado.
O início do Brasileiro fez crescer o apelo pela chegada de novos atletas. Para demonstrar toda a insatisfação, torcedores criaram vários protestos pelas redes sócias e chegaram a se fantasiar de palhaços, durante um treinamento. Contudo, as criticas não abalaram a diretoria que, de forma silenciosa e sem alarde, conseguiu montar um grupo competitivo. Demorou, mas os esperados reforços foram anunciados, para alegria do técnico Vágner Mancini. Entre as 11 contratações, atletas renomados como o lateral-direito Cicinho e o meio-campo Hugo, além de apostas como o zagueiro Diego Ivo.
Zagueiro
Diego Ivo
Um dos destaques do Paulista de Jundiaí, durante o Campeonato Paulista, o zagueiro Diego Ivo foi uma das apostas da diretoria para reforçar o sistema defensivo do Leão. Sem muita técnica, mas com muita força física, o atleta de 23 anos e 1,88 ainda não conseguiu ter uma chance entre os titulares, embora venha realizando bons treinamentos. Contudo, para conseguir uma vaga entre os 11, o jogador terá que superar a dupla formada por Bruno Aguiar e Edcarlos, que já conquistou a confiança do treinador.
Clubes: Paulista de Jundiaí, Avaí e Barueri
Títulos:  nenhum
Lateral-esquerdo
Reinaldo
A versatilidade de Reinaldo foi determinante para que a diretoria leonina apostasse na contratação do jovem lateral de 22 anos. Rápido e habilidoso, o atleta chegou a ser utilizado no meio-campo, mas ganhou a confiança do treinador atuando na ala esquerda. Como trunfo, Reinaldo quer se tornar uma arma do Sport nas jogadas de bola parada. Para isso, costuma treinar cobranças de falta, onde apresenta um bom rendimento.
Clubes: Paulista de Jundiaí
Títulos: nenhum
Lateral-direito
Cicinho
Levando-se em conta o currículo, o lateral-direito Cicinho foi, sem dúvidas, a maior contratação do Sport. Com passagens por grandes clubes do futebol mundial, como Real Madrid e Roma, o jogador acumula experiência pela Seleção Brasileira. Contudo, o recente histórico de indisciplina fez nascer uma interrogação sobre a negociação. No entanto, a postura demonstrada desde sua chega ao Rubro-negro, aliada às boas participações nas partidas que disputou, fizeram com que o treinador tivesse a certeza que o lateral poderá voltar aos seus melhores dias.
Clubes: Botafogo-SP, Atlético Mineiro, Botafogo, São Paulo, Real Madrid, Roma, São Paulo e Villarreal
Títulos: Copa Libertadores da América, 2005, Mundial de Clubes da FIFA, 2005, Copa das Confederações, 2005, Campeonato Espanhol, 2006-07, Copa da Itália, 2007-08, Supercopa da Itália, 2007-08 e Campeonato Paulista, 2005.
Volante
Renan Teixeira
Um dos últimos atletas contratados para o Brasileirão, o volante Renan Teixeira chegou ao Leão com a árdua tarefa de substituir um dos ídolos da torcida: Hamilton. Que recentemente foi afastado pela diretoria, por ter cometido um ato de indisciplina. Porém, apesar de se destacar pela forte marcação, o atleta ressaltou que não poderá ser comparado ao seu antecessor. Cria da base do São Paulo, o volante tem como característica principal a contenção, embora também tenha qualidade para trabalhar a bola. Com boas passagens por Atlético-MG e CSKA-RUS, o jogador não conseguiu o mesmo êxito no Atlético-PR e chega ao Sport para reconquistar seu espaço no futebol nacional.
Clubes: São Paulo, Juventude, Cruzeiro , Al-Ittihad- SAU, CSKA- RUS, Atlético-MG, Guarani, Vitória de Guimarães e Atlético-PR.
Títulos: Copa Libertadores da América, 2005 e Mundial de Clubes da FIFA, 2005 e Campeonato Paulista: 2005.
Meio-campo
Felipe Menezes
Disparado o setor mais carente do clube, o meio-campo também foi contemplado com reforços. Revelado pelas categorias de base do Goiás, Felipe Menezes se destaca pela qualidade no passe. Além de ter um bom chute de fora da área. Contudo, para se enquadrar no esquema do técnico Vágner Mancini, que prima pela velocidade e marcação, o atleta terá adaptar sua forma de jogar que, geralmente, costuma ser bastante cadenciada.
Clubes: Goiás, Paulista, Benfica e Botafogo.
Títulos: Taça da Liga Portuguesa, 2009/2010; 2010/2011 e Campeonato Português, 2009 /2010.
Hugo
Último reforço para o Brasileirão, até agora, o meio-campista só foi anunciado após uma negociação que durou cerca de dois meses. No entanto, mostrou confiança antes mesmo de ser apresentado. Quando, de acordo com o presidente do clube, Gustavo Dubeux, fez questão de escrever em seu pré-contrato:'Leão rumo à Libertadores. Estou chegando'. Experiente, o atleta de 31 anos possui como característica principal a força física. Principalmente em arrancadas do meio-campo para o ataque. Contudo, o jogador ainda precisará de algumas semanas para se condicionar fisicamente e mostrar o seu potencial com a camisa do clube. O que pode adiar sua estreia para a 15ª rodada.
Clubes: Atlético-PR, São Paulo, Monterrey, Friburguense, Flamengo, Tokyo Verdy, Corinthians, Juventude, Grêmio, São Paulo, Grêmio e Al-Wahda.
Títulos: Copa do Imperador, 2004, tricampeão brasileiro 2005, Corinthians, 2007 e 2008 São Paulo e Campeonato Gaúcho, 2006 e 2010.
Atacantes
Felipe Azevedo
Se a falta de gols foi um dos grandes problemas do Sport no primeiro semestre, a diretoria decidiu contratar um atacante que demonstrou ter faro de gol. Artilheiro do Campeonato Cearense pelo Ceará, Felipe Azevedo chegou ao clube para eliminar a má fase do ataque leonino. Contudo, quando a bola rolou o jogador mostrou que pode atuar em diversas posições. Tendo se destacado até como meio-campo. Veloz e participativo, o atacante conquistou a torcida. Mesmo ainda não tendo tido o mesmo aproveitamento que apresentou nos tempos em que defendia o Vovô.
Clubes: América-SP, XV de Piracicaba, Ituano, Juventude, Santos, Paulista, Ulsan Hyundai- KOR e Ceará.
Títulos: Campeonato Cearense, 2012.

Henrique
A palavra aposta não pode ser direcionada para a contratação de Henrique. Apesar da pouca idade, 20 anos, o atleta já foi considerado uma das principais promessas do futebol brasileiro. Quando conquistou o título de melhor jogado e artilheiro do Mundial sub-20, em 2011, conquistado pelo Brasil. Versátil, o atleta já demonstrou que pode fazer o papel de centroavante ou segundo atacante, pois possui uma boa velocidade e sabe finalizar. Com contrato até o final da temporada, o atleta espera fazer do Leão a sua vitrine para o cenário nacional.

Clubes: São Paulo, Vitória e Granada – ESP
Títulos: Sul-Americano Sub-20, 2011 e Mundial Sub-20, 2011
Gilsinho
Uma arma para os contra-ataques. Foi com esse intuito que o Sport investiu na contratação de Gilsinho. Rápido e habilidoso, o atleta de 28 anos chegou ao Leão após uma passagem apagada pelo Corinthians, aonde chegou a conquistar a Libertadores da América, embora não tenha disputado nenhum jogo. Contudo, se o período no clube paulista faz surgir várias incertezas sobre o futebol do atacante, suas três temporada no Júbilo Iwata – JP, pode encher os rubro-negros de esperanças. Pelo clube, foram 66 jogos e dois títulos conquistados.
Clubes: Marília, São Bento, América-SP, Ituano, Paulista, Japão Júbilo Iwata – JP e Corinthians.
Títulos: Série C do Brasileiro, 2003, Copa Libertadores da América, 2012 e Copa da Liga Japonesa, 2010
Magno Alves
Foi pensando em dar mais experiência ao seu elenco, que o técnico Vágner Mancini pediu a contratação do 'rodado' Magno Alves. Aos 36 anos, o atacante carrega nada menos que 13 equipes em seu currículo. Mesmo franzino, o jogador não se intimida com as defesas adversárias e costuma balançar as redes dos rivais. Ótimo finalizador o “Magnata”, como ficou conhecido, tem no posicionamento e na velocidade os seus trunfos para conquistar um espaço no concorrido ataque do Sport.
Clubes: Ratrans, Valinhos, Independente, Araçatuba, Criciúma, Fluminense, Jeonbuk FC, Gamba Osaka, Hertha Berlin, Olympique de Marseille, Ceará, Atlético Mineiro e Umm-Salal.
Títulos: Campeonato Brasileiro Série C, 1999, Copa da Coreia do Sul, 2003, Campeonato Japonês, 2005 e Campeonato Carioca, 2002.
Gilberto
Se o problema do Sport era gol, Gilberto é a solução. Ao menos foi o que o atleta fez questão de ressaltar em sua chegada ao clube. Finalizador nato, o atacante provou que tem estrela. Logo em sua estreia, fez o gol da vitória sobre a Lusa e já conquistou a torcida, que andava na bronca pela identificação que o jogador tem com o eterno rival, Santa Cruz. Contudo, o centroavante chega ao Leão para apagar a má impressão deixada após sua passagem no Internacional, onde acabou não tendo muitas oportunidades.
Clubes: Confiança-SE, Vera Cruz, Santa Cruz e Internacional.
Títulos: Campeonato Pernambucano, 2011 e Campeonato Gaúcho, 2012.




Gilsinho e apresentado

Publicado  quinta-feira, 12 de julho de 2012

O Sport apresentou nesta quinta-feira o atacante Gilsinho como novo reforço do clube para a disputa do Campeonato Brasileiro. O atleta, que já trabalhou com o técnico Vágner Mancini em 2007, pelo Paulista de Jundiaí, chega para aumentar a disputa no concorrido ataque rubro-negro. Atualmente, são nove jogadores para a função. Com passagens por Júbilo Iwata (Japão) e Corinthians, já está regularizado e pode estrear contra a Portuguesa, no próximo domingo, às 18h30m.

- Estou pronto para jogar. Vinha treinando no Corinthians e, caso o Mancini me escolha, estarei pronto para ajudar. Sou um jogador de velocidade e procuro jogadas pelas laterais. Claro que eu chego com muita vontade de jogar, mas creio que terá uma disputa saudável. O Mancini trabalha dessa forma, dando oportunidade para quem está melhor.



Gilsinho afirmou que prefere atuar como segundo atacante e descartou a possibilidade de atuar como meia.

- Sempre atuei como segundo atacante, chegando perto do atacante de referência e ajudando a fazer gols. Não faço o papel de meio-campo.


Sobre a grande concorrência que terá para conseguir uma vaga de titular, Gilsinho afirmou não se sentir pressionado pelo fato do clube contar com vários atacantes no grupo.
- Logo que tivemos o primeiro contato, já fiquei sabendo que o Sport tinha muitos atacantes, mas isso não me incomoda. Quando mais gente no elenco, mais possibilidades o Mancini terá.
O novo reforço do Sport ainda aproveitou para “entregar” quem poderá ser a próxima contratação do Sport. De acordo com Gilsinho, o peruano Ramirez está próximo do Leão.
- Não sei como as coisas estão. Mas pelo que eu fiquei sabendo, entre Sport e Ramirez estava tudo certo. Ele tinha pedido para conversar com a comissão técnica, mas não sei como foi isso. Mas espero que ele venha, é um ótimo jogador e irá nos ajudar muito.

Sport de numeracao fixa

Publicado  quarta-feira, 11 de julho de 2012

Seguindo a tendência dos principais clubes do país e da Europa, o Sport decidiu adotar uma numeração fixa no restante da temporada. Dos 29 jogadores, a camisa que mais chamou a atenção foi a do goleiro reserva Saulo, que atuará com o número 87, em alusão ao titulo do Campeonato Brasileiro conquistado pelo clube.


Diferentemente do esperado, a camisa 10 não ficou com o recém-contratado Felipe Menezes, que atuará com a camisa 16. Coube a Marquinhos Gabriel o número que fez sucesso com Marcelinho Paraíba durante o Pernambucano.
Testando a confiança do atacante Gilberto, que afirmou que chegou ao clube para resolver o problema de gols, a “temida” camisa 9 será vestida por ele.
Quem também inovou na numeração foi o atacante Magno Alves. Para provar que o número nove não representa má sorte, o atleta escolheu a camisa 99.
Apesar de possuir três laterais-direitos no elenco, a camisa 2 foi renegada pelos atletas. Enquanto Cicinho atuará com a 12, Moacir ficará com a 28 e Renato com a 22.
Veja como ficou a numeração do Sport
1-Magrão
3-Bruno Aguiar
4-Edcarlos
5-Tobi
6-Reinaldo
7-Henrique
8-Marquinhos Paraná
9-Gilberto
10-Marquinhos Gabriel
11-Felipe Azevedo
12-Cicinho
13-Ailson
14-Diego Ivo
15-Renan
16-Felipe Menezes
17-Willians
18-Milton Júnior
19-Roberson
20-Rivaldo
21-Rithely
22-Renato
23-Naldinho

25-Gilsinho
26-Renê
27-Ruan
28-Moacir
32-Matheus
36-Willian Rocha
87-Saulo
99-Magno Alves

Brasil pode ter mais um representante na NBA

Publicado  segunda-feira, 9 de julho de 2012


O Brasil pode ter o seu sexto representante na melhor liga de basquete do mundo. Segundo o siteBasketeria, o pivô Rafael Hettsheimeir, que estava no Zaragoza, da Espanha, está de malas prontas para a NBA.
De acordo com a publicação, o Dallas Mavericks já teria feito uma oferta ao jogador brasileiro. Outra equipe interessada seria o Atlanta Hawks. Nos próximos dias, Rafael vai desembarcar nos Estados Unidos para uma série de entrevistas e exames médicos com as franquias interessadas.
Hettsheimeir, de 26 anos, é natural de Araçatuba. Ele começou a carreira no extinto COC/Ribeirão Preto, em 2002. Três anos depois, ele se transferiu para o basquete espanhol, onde já atuou por quatro times. Na última temporada, ele teve médias de 13.3 pontos e 6.4 rebotes, em 33 jogos disputados na Liga ACB.
O jogador foi um dos destaques da seleção brasileira no Pré-Olímpico disputado em Mar Del Plata, na Argentina, no ano passado. Em razão de uma lesão no joelho, Rafael não vai disputar os Jogos Olímpicos de Londres, que começam no final do mês.
Vale lembrar que a NBA já conta com cinco jogadores brasileiros: Anderson Varejão (Cleveland Cavaliers), Fab Melo (Boston Celtics), Leandrinho (Indiana Pacers), Nenê Hilário (Washington Wizards) e Tiago Splitter (San Antonio Spurs).

Nigeria garante ultima vaga nas olimpiadas, Russia cai no grupo do Brasil

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Zebra por diversas vezes durante o pré-olímpico mundial de basquete, em Caracas, na Venezuela, a Nigéria surpreendeu mais uma vez neste domingo. Melhor durante quase toda a partida, a seleção nigeriana derrotou a República Dominicana por 88 a 73 e garantiu a última vaga para Londres-2012 e irá disputar os Jogos pela primeira vez.
A Nigéria e a Lituânia, também classificada neste pré-olímpico, vão jogar no Grupo A em Londres-2012, ao lado de Estados Unidos, Argentina, França e Tunísia. O último membro da chave do Brasil, o grupo B, é a Rússia. Espanha, China, Grã-Bretanha e Austrália são as outras equipes.
Enquanto alguns atletas subiam para as arquibancadas para comemorar no meio dos torcedores, outros se juntavam à comissão técnica no meio da quadra para celebrar dançando. Do lado dominicano, os jogadores não conseguiam esconder o choro.
Ike Diogu foi escolhido o melhor da partida, depois de marcar 25 pontos e aparecer bem no momento decisivo quando a República Dominicana reagia na partida. Al Farouq Aminu contribuiu com 14 pontos, e Derrick Obasohan fez 11.
Do lado dominicano Francisco Garcia tentou comandar a recuperação do time com 17 pontos e arremessos certeiros de três pontos, mas o esforço não foi suficiente. Bem no início da partida, Jack Martinez marcou 16.
A República Dominicana começou o jogo com tudo e chegou a abrir oito pontos, mas a Nigéria respondeu rápido, virou o placar e passou a comandar a partida. No fim do terceiro quarto, porém, a seleção caribenha conseguiu diminuir a distância e, com o apoio da torcida venezuelana, passou a acreditar que a classificação era possível. Mas a equipe africana voltou a se acertar em quadra. Errando menos e marcando melhor, voltou a abrir distância e venceu por 88 a 73.

EUA vai completo para as Olimpiadas

Publicado  domingo, 8 de julho de 2012


O técnico Mike Krzyzewski anunciou neste sábado a lista dos 12 jogadores que irão defender a seleção americana de basquete nos Jogos de Londres. Blake Griffin, James Harden e Andre Iguodala ganharam as últimas vagas, deixadas pela sequência de lesões no time, e Chris Paul foi confirmado mesmo depois de machucar o dedão da mão direita no treino de sexta. LeBron James é o único representante do Miami Heat, atual campeão da NBA.
Os convocados pelo Coach K são: Carmelo Anthony (New York Knicks); Kobe Bryant(Los Angeles Lakers); Tyson Chandler (New York Knicks); Kevin Durant (Oklahoma City Thunder); Blake Griffin (Los Angeles Clippers); James Harden (Oklahoma City Thunder); Andre Iguodala (Philadelphia 76ers); LeBron James (Miami Heat); Kevin Love (Minnesota Timberwolves); Chris Paul (Los Angeles Clippers); Russell Westbrook (Oklahoma City Thunder); e Deron Williams (Brooklyn Nets).
- Nos beneficiamos tanto de ter um grupo de incríveis jogadores que estão comprometidos, e como resultado, a seleção foi difícil. Mas esse é o melhor desafio que você pode ter porque todos foram muito comprometidos. Os que não foram selecionados estão no nosso grupo, e se alguém se machucasse, eles já são parte do nosso time e poderiam ser incluídos mais tarde. Nós realmente apreciamos o comprometimento de todos eles – disse Krzyzewski.
Eric Gordon, Rudy Gay e Anthony Davis, primeira escolha do último draft, chegaram a se juntar ao grupo em Las Vegas, mas não entraram na lista final. Dwight Howard, Derrick Rose, Dwyane Wade e Chris Bosh ficaram fora por causa de lesões.

Lituania e Russia garantem vaga nas Olimpiadas

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Depois de surpreender duas vezes, a Nigéria quase fez a zebra passear novamente no Ginásio Poliedro de Caracas, na Venezuela. Depois de estar perdendo por 15 pontos no início do último quarto, a seleção africana diminuiu a diferença para seis a 1m43s do fim. Mas, certeira nas bolas de três, a Rússia conseguiu segurar a reação nigeriana, venceu por 85 a 77 e garantiu uma vaga nos Jogos de Londres.
A outra vaga nos Jogos ficou com a Lituânia, que dominou a semifinal contra a República Dominicana para vencer por 109 a 83. Maciulis foi o cestinha da partida, com 19 pontos, e Valanciunas adicionou 17. Jack Martinez conseguiu um duplo-duplo para os dominicanos, com 13 pontos e 10 rebotes.
O último classificado para Londres-2012 será definido neste domingo, na disputa pelo terceiro lugar. Nigéria e República Dominicana se enfrentam e o vencedor fica com uma vaga nos Jogos.
A vitória russa foi movida pelas bolas de três pontos. Foram 14 no total, e uma de Fridzon com 1m33s para o fim do jogo para esfriar a reação nigeriana ao abrir 84 a 85 para os russos. Dagunduro errou arremesso no garrafão no lance seguinte, e um toco de Khryapa em Obasohan, com 30s no relógio, colocou um fim à partida.
O cestinha da partida foi Alexey Shved, com 22 pontos. Kirilenko marcou 19, e Fridzon acertou cinco bolas de três em sete tentativas para fazer mais 15 pontos para a Rússia. Do lado nigeriano, o destaque foi Diogu, com um duplo-duplo (16 pontos e 14 rebotes). Dagunduro também anotou 16 pontos.

Rússia, Nigéria, Lituânia e Republica dominicana

Publicado  sábado, 7 de julho de 2012

A Grécia dominou a Nigéria no segundo quarto e deu a impressão de que chegaria às semifinais do pré-olímpico de basquete masculino com facilidade. Mas a equipe africana mostrou muita vantagem no segundo tempo, e a diferença de 12 pontos no intervalo foi caindo aos poucos. O duelo ficou muito equilibrado nos minutos finais, mas os gregos erraram duas vezes com 3s no relógio, a arbitragem fez duas marcações polêmicas, e a seleção nigeriana venceu por 80 a 79 e fez muita festa com a vaga na semi. Faltando 30 para o fim da partida, Dagunduro acertou bola de três para colocar a Nigéria em vantagem, mas Papanikolaou respondeu na mesma moeda com 14s no relógio para fazer 79 a 78 para os gregos. A 3s do término, Dagunduro e Zisis se embolaram, e o árbitro marcou falta da Grécia. O nigeriano converteu os dois lances livres, para deixar sua equipe outra vez na frente (80 a 79). Precisando de uma jogada rápida, a seleção europeia se precipitou e errou a saída de bola, perdendo tempo. Ainda deu tempo de Spanoulis tentar um último arremesso, mas a arbitragem não viu falta no toco de Obasohan, que garantiu a vitória da Nigéria. Agora, a Nigéria enfrenta a Rússia por um lugar na decisão. Nesta sexta, os russos derrotaram Angola por 80 a 65, com 18 pontos de Fridzon, e 17 de Kaun. O angolano Eduardo Mingas foi o cestinha do confronto, com 20 pontos. Os três primeiros colocados do pré-olímpico se classificam para os Jogos de Londres. A República Dominicana fez um grande segundo tempo na noite desta sexta-feira para surpreender a Macedônia e garantir uma vaga na semifinal do pré-olímpico mundial de basquete masculino. Fazendo 58 a 35 depois do intervalo, a seleção caribenha venceu por 86 a 76 e agora vai enfrentar a Lituânia, que avançou de fase após uma vitória emocionante contra Porto Rico por 76 a 72. Apesar da derrota, o cestinha do jogo foi Bo McCalebb, com 35 pontos. Do lado dominicano, Francisco Garcia fez 28 pontos, e Al Horford (14 pontos e 15 rebotes) e Jack Martinez (14 pontos e 13 rebotes) fizeram duplos-duplos. A Macedônia chegou a abrir 20 pontos de vantagem no segundo quarto (37 a 17), mas a República Dominicana emendou uma sequência de 11 a 4, e foi para o intervalo perdendo por 41 a 28. Os dominicanos mantiveram o bom ritmo no início do segundo tempo, fazendo 12 a 2 para encostar (44 a 40). Os europeus até conseguiram ampliar a distância novamente, mas a diferença caiu para dois pontos ao fim do período (56 a 54). Mantendo a superioridade no último quarto, a seleção caribenha não demorou a virar o jogo e foi abrindo vantagem aos poucos, até vencer por 86 a 76. No outro jogo das quartas de final, a Lituânia aproveitou os erros de Porto Rico nos segundos finais da partida para garantir sua vaga para as semifinais. A diferença era de apenas um ponto faltando 31s para o fim, mas Barea e Peavy erraram e permitiram que os lituanos abrissem quatro pontos de distância e vencessem por 76 a 72.

Ray Allen e do Miami Heat

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No embalo das negociações dos times da NBA, o atual campeão Miami Heat ganhou um reforço de peso para a luta pelo bi. Nesta sexta-feira, o armador Ray Allen, do Boston Celtics, acertou com a franquia californiana e se juntará aos astros Dwyane Wade, Chris Bosh e LeBron James. Lebron, inclusive, já aproveitou para festejar a contratação do novo jogador. Em sua conta no Twitter, o MVP do último campeonato deu as boas-vindas a Allen e convocou os torcedores do Miami - HeatNation, por favor recebam o nosso mais novo companheiro Ray Allen – frisou Lebron James na mídia social. Aos 36 anos, Ray Allen deixa os Celtics após cinco temporadas. O armador integrou a seleção americana medalha de ouro nos jogos de Sydney, em 2000, e entrou para a história do NBA como o recordista de cestas de três, feito obtido em fevereiro do ano passado, quando desbancou Reggie Miller, lenda do Indiana Pacers.